Ao que chamo poemas, poderás chamar outra coisa. Nada mais tenho.
Memória / Persistência
Passadas lá atrásAs passadas que guiaste guiadoPelas passadas passagensQue te…
Sobre o Dente-de-leão
Na minha negra secretáriaUm dente-de-leão espera partirCalmamente num copo de…
Algo extraordinário me prende ao que sou hoje
Algo extraordinário me prende ao que sou hoje A força…
Volto costas à ominosa fazenda que se veda nos dias infectos em pantalhas enfermas
Volto costas à ominosa fazenda que se veda nos dias…
Hoje acordei com vontade de me levantar
Ao sentir-me desperto,Acelerado pela luz que em mim entrava vinda…
O homem pequenino
O homem pequenino olha com cara de mau. Tem aquele…
O início de Tudo
No tempo em que nada haviaNem mesmo tempo que se…
Quem sou eu?
Foi então que parti à procuraDe segurança e sabedoriaTremendo ao…
Desculpa, mas…
Podia jurar que te vi chorarPodia jurar que foi por…
77
Há uma fúria silenciosa que me quer dominar;Há uma vibrante…
Hoje apeteceu-me
Hoje apeteceu-me colar-me à cadeiraAuto-estrada, 60 70, terceiraPassa um, 90…
Deuses das coisas pequenas
Na ânsia de compreender e sossegar, criamos deuses como resposta…
Acordar
Acordei e não era amanhã. Abri os olhos e não…
O sonho
Vi-te morta.Estava a dormir.Foi em sonho,Mas não importa. Apertou-se-me o…
Canção (de Fernando Pessoa)
Silfos ou gnomos tocam?… Roçam nos pinheirais Sombras e bafos…
beija-me
beija-me uma vezbeija-me setebeija-me setenta vezesvezes sete que te beijo…


















![Fonte: museu.cm-torresnovas.pt A colectiva, Mário Cesariny, Artur Bual, Francisco Relógio e Lima de Freitas, 1993. Acrílico s/ tela, 120x200 cm [n.º inv. MMTN 5760]](https://www.maquinamundi.com/wp-content/uploads/2023/09/Quadro.png)



































