in

Algo extraordinário me prende ao que sou hoje

Folha dourada em fundo azul

Algo extraordinário me prende ao que sou hoje

A força de um abraço que me solta da clausura
Numa liberdade de nada querer e nada desejar

. . .

Nascida do sol de uma noite de anos perdidos
Procurando encontrar apenas na perda do Sol
O prazer em não ser mais do que um povoador

Das almas dispostas a serem conquistadas por
Tropelos de pardos cavalos com cascos e patas
Destruidoras das certezas das seguranças e do
Amor perdido nos olhos que nada mais veem

Ver na luz do dia que chega com o Sol nascente
A multidão de tantas mulheres em ser singular
Unidas do desejo da construção do que nascido

Hoje fica para sempre no coração imortal da
Memória que não sabe se está cá pela tarde
Onde tudo mais é vago e discreto com clarões

Do que aí vem e medo do que foi feito de herói
Nada ter sido que arrufo do destino ou feitio

Ou algo extraordinário que me prende ao que sou hoje

True Faith / Clip / New Order / 1987 / Youtube

Canal de São Roque, Aveiro

Canal

Folhas de livro antigo

Morte, sempre a morte