Poesia

Volto costas à ominosa fazenda que se veda nos dias infectos em pantalhas enfermas

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Volto costas à ominosa fazenda que se veda nos dias infectos em pantalhas enfermas
A janela é natureza viva de plantas indiferentes; keine bewegung
Respiram; esticam novas folhas de ramos velhos; exalam flores em imóveis correrias pela vida

Ho violentato una donna; e a sua fúria é a de sempre; kill’em all

Só as pessoas; só os humanos atados às ações que não querem esquecer, recusam a primavera
Ansiam o verão; o calor matador do invisível

A cidade
Segurando ao colo as cinzas do que foi o colo do pai

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