Cartas do Vampiro

Nada como a dor

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Estes humanos metem nojo no seu egoísmo galopante ao fazerem do medo da sua morte dor pela morte de outros humanos.
Que coisa mais sobre apreciada a vida em toda a sua futilidade e apego ao vão de viver sob a ameaça da morte escondida.
Felizes os vampiros que permanecem intocados não vivos perante a vida que se desmorona na inevitabilidade da morte dos vivos.
Existência longa à não vida que é o que verdadeiramente existe pois que a vida não é mais do que efémera passagem de aspirações e sonhos inconcretizáveis.
Eis-me vampiro puro não vivo repugnando os vivos e deles fazendo depender a minha existência e da vida deles extraindo o elixir que torna a eternidade tolerável.

O Daimon
A luta

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