“O mito é o nada que é tudo”
Certeza do primeiro despertar
Mágico começo no absurdo
De nascer se apartar o mar
Do ventre infecundo
Surge perfeito e sem origem
O começo de toda a história
Revelada ao mundo na vertigem
De nada mais ser que memória
Donde renasce da sua fuligem
O egrégio avô desconhecido
Seus olhos pertença e direito
Sobre o sol seu rosto infundido
Promessa do mundo perfeito
A quem dele se diz o escolhido







