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Cortar

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Giro como
O desgosto te apanha
Devagar como

Uma carícia que arranha
Sem sentires a dor
Que lentamente se entranha

No lugar onde tinhas amor
Nasce um fel que corrói
Até voares como um condor — No profundo céu onde te exilas — e arrogância da dor destilas

O primeiro golpe não dói
A indiferença não te vai magoar
O riso dos outros não te destrói

Prossegues sempre a pensar
Que tudo está bem
Até o segundo te sangrar

É então que surge alguém
que Te corta de novo — tão ao de leveque apenas a morte se segue
Dás-te conta que não tens nada nem ninguém
Que és só tu — até que a vida de ti se despegue

Fuga
Polvos

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